23/03/2026
Cada entrega custa mais. Cada quilómetro pesa mais. E, neste contexto, cada erro logístico deixou de ser tolerável.
Numa operação típica de distribuição, um erro de picking pode obrigar a duas viagens: entrega + recolha. Com os custos atuais de combustível pode significar duplicar o custo logístico daquela encomenda.
Quando o que está fora não pode ser controlado, a diferença passa a estar no que acontece dentro de portas. E isso começa no armazém.
Durante muito tempo, falhas no picking, erros de stock ou retrabalho eram vistos como parte inevitável do negócio.
Hoje, o cenário mudou. Enviar o produto errado significa:
O que antes era apenas ineficiência operacional passou a ser um custo direto ( e crescente) na rentabilidade da empresa.
Na maioria das empresas, o problema não está no esforço das equipas, mas sim na forma como os processos estão estruturados.
As perdas acumulam-se em pequenos pontos do dia a dia:
Isoladamente, nenhum destes fatores parece crítico.
Em conjunto, criam uma operação mais lenta, mais propensa ao erro e, sobretudo, mais cara.
Processos baseados em papel ou leitura visual aumentam a margem de falha. A validação no momento da recolha por exemplo, através de código de barras, introduz controlo onde ele mais importa.
O impacto é direto: menos erros, menos devoluções, menos transporte duplicado.
Nem todos os produtos devem estar à mesma distância.
Os artigos de maior saída devem estar próximos da expedição.
Menos deslocações significa:
Parar a operação para contar stock é um custo elevado e desnecessário.
A contagem rotativa por zonas permite:
Stock “desaparecido” raramente está perdido, está mal registado.
Quando as movimentações são feitas em tempo real:
Cada minuto entre o fim do packing e a emissão de documentos atrasa:
Sincronizar estas etapas elimina tempos mortos e torna o processo mais previsível.
O objetivo não é apenas ter o armazém mais organizado. É evitar custos silenciosos que, no contexto atual, têm um impacto direto na rentabilidade.
Num cenário de pressão externa (combustível, inflação, transporte) a diferença está na capacidade interna de execução.
Empresas que reduzem erro e retrabalho conseguem:
A tecnologia não resolve problemas por si só. Mas torna-se crítica quando é aplicada sobre processos bem definidos.
O inLogys é um software de gestão de armazéns (WMS) desenvolvido para automatizar processos, integrar com o ERP e dar visibilidade ao que acontece no armazém deixou se ser tolerável.
Soluções como mobilidade em armazém, leitura por PDA e validação em tempo real permitem:

Na prática, isto traduz-se numa operação mais previsível, com menos falhas e menor desperdício. O que não se controla fora, controla-se dentro.
O preço do combustível vai continuar a ser uma variável externa. Mas o impacto que ele tem na empresa depende da eficiência interna.
Reduzir erros no armazém já não é uma questão de melhoria contínua. É uma decisão estratégica para proteger resultados.